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Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho: mudanças para a NR-1

Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho

Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho: mudanças para a NR-1

  • Adriana Rocha de Cerqueira
  • abril 28, 2025

Sumário

Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho é o documento recentemente disponibilizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para orientar empresas na integração de riscos psicossociais ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) da NR-1.

Embora a obrigatoriedade já esteja em vigor a partir de 26 de maio de 2025, muitos ainda confundem a natureza do período educativo estabelecido: a aplicação de multas foi postergada para 2026, mas a exigência de adequação não sofreu qualquer adiamento.

Esse ajuste normativo desloca o olhar da gestão de SST para campos antes tratados de forma secundária, colocando a saúde mental como responsabilidade organizacional explícita.

Mudanças da NR-1 e vigência

A revisão da NR-1, formalizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, introduziu três movimentos essenciais. Primeiro, a inclusão expressa dos fatores de riscos psicossociais no GRO, o que elimina qualquer dúvida sobre sua obrigatoriedade anterior. Trata-se de riscos como sobrecarga de trabalho, conflitos organizacionais, má gestão de mudanças, assédio e subcarga de tarefas — todos agora formalmente listados e integrados aos inventários de riscos. Segundo, houve a articulação direta com a NR-17, determinando que o gerenciamento de ergonomia contemple, de forma metodológica, a avaliação desses fatores. Terceiro, o conceito de probabilidade no GRO foi ampliado para abarcar impactos ergonômicos, incluindo os psicossociais, exigindo análises que transcendam simples medições físicas.

Apesar de o MTE ter estabelecido que a fiscalização com penalidades começará apenas em 2026, a vigência da obrigação para as empresas inicia em 26/05/2025. A adaptação precoce não é apenas prudente; é estratégica para quem entende que a conformidade legal, no cenário atual, se entrelaça cada vez mais à reputação corporativa e à governança sustentável.

O que o Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho orienta

O Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho é um documento de transição estratégica: não substitui o futuro Manual da NR-1, mas antecipa, com linhas práticas claras, os fundamentos mínimos que as empresas precisam aplicar desde já para gerenciar corretamente os fatores psicossociais dentro do GRO.

Baixar o Guia agora

A abordagem proposta é metodológica. O ponto de partida é o levantamento estruturado de informações sobre o ambiente de trabalho e os processos produtivos, considerando variáveis como a organização das atividades, a distribuição de cargas de trabalho, a eficácia da comunicação interna, o suporte gerencial e a clareza de papéis e responsabilidades. Essas informações não são acessórios: elas definem a capacidade da empresa de identificar, de forma técnica, onde os riscos psicossociais se originam.

A identificação dos perigos psicossociais, etapa seguinte, exige análise crítica sobre as condições reais de trabalho — e não sobre documentos ou organogramas formais. Conflitos, sobrecarga, ausência de reconhecimento, má gestão de mudanças e comunicação deficiente são exemplos de fatores que o Guia orienta mapear, sempre sob a ótica da estrutura organizacional e do impacto nas condições de trabalho, e não sob percepções subjetivas.

A avaliação de riscos deve respeitar a lógica prevista na NR-1: análise de severidade e probabilidade dos agravos, com métodos compatíveis com o porte, as atividades e a complexidade da empresa. O Guia deixa claro que qualquer metodologia adotada deve ser tecnicamente adequada, validada e documentada, permitindo rastreabilidade dos critérios utilizados. Empresas de grande porte podem recorrer a instrumentos mais sistemáticos, como questionários e pesquisas; empresas menores podem estruturar processos baseados em oficinas e observação direta.

Rocha Cerqueira

A implementação de medidas de controle deve ser planejada e formalizada no PGR ou, quando aplicável, na Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) exigida pela NR-17. O foco é a adoção de medidas corretivas estruturais, prioritariamente na organização do trabalho, evitando que soluções comportamentais ou individuais desviem o eixo do gerenciamento de riscos.

O Guia também faz um alerta: a avaliação dos fatores psicossociais se restringe aos aspectos do trabalho. Não se trata de diagnosticar ou avaliar a saúde mental individual dos trabalhadores, nem de investigar sua vida privada. A detecção e a gestão dos riscos devem focar exclusivamente na análise das condições de trabalho que possam gerar ou agravar adoecimentos, conforme exigido pelo GRO. Ignorar essa distinção compromete a legitimidade dos programas de SST e expõe a empresa a riscos jurídicos e operacionais.

Ao definir esses parâmetros, o Guia exige que a gestão dos fatores de riscos psicossociais seja tratada com a mesma seriedade e rigor técnico que já se aplica a agentes físicos, químicos, biológicos e mecânicos. E antecipa a necessidade de revisão e reforço dos sistemas de gerenciamento de riscos ocupacionais em todas as empresas que pretendam atuar em conformidade frente às novas exigências da NR-1.

Período educativo não é para protelar: desafios e soluções inteligentes

A vigência das novas exigências da NR-1 em maio de 2025 determina a obrigatoriedade de integrar os fatores de riscos psicossociais ao inventário de riscos ocupacionais. O caráter educativo até 2026 adia apenas a aplicação de multas, não a necessidade de cumprimento. O descumprimento a partir da vigência já configura passivo de fiscalização.

O desafio real para as empresas é técnico: identificar corretamente os fatores de riscos psicossociais relacionados às atividades de trabalho, definir sua avaliação de severidade e probabilidade dentro dos critérios do GRO e registrar formalmente esses dados no PGR ou na AEP. Nenhuma dessas etapas é trivial ou se resolve com interpretações genéricas.

Para esse processo, a Rocha Cerqueira oferece auditorias jurídicas voltadas especificamente para a verificação do atendimento às novas exigências da NR-1, examinando a metodologia de avaliação de riscos psicossociais, a adequação dos inventários e a consistência dos planos de ação. Além disso, por meio de consultorias orientadas, nossa equipe apoia as empresas na criação de critérios técnicos documentados, compatíveis com a realidade de suas operações e em conformidade com a NR-1 e a NR-17.

Já o Qualifica NG permite que as exigências legais sejam cumpridas e monitoradas de forma contínua, com integração automática de atualizações normativas, gestão de evidências de atendimento e parametrização dos fatores psicossociais como categoria específica no inventário de riscos. Isso evita improvisações e garante que a documentação necessária esteja sempre acessível e atualizada para fins de fiscalização ou auditoria interna.

Não se trata de tratar a saúde mental como um tema lateral. Trata-se de garantir que o gerenciamento dos fatores de riscos psicossociais seja estruturado de forma técnica, documentada e auditável, conforme o que a legislação agora impõe. E é nesse aspecto — jurídico, técnico e de gestão estratégica — que a Rocha Cerqueira e o Qualifica NG entregam suporte concreto às empresas.

Adriana Rocha de Cerqueira

Gestora do Setor de Inteligência de dados. Atuação e expertise centradas em valer das competências digitais e metodologias ágeis para proporcionar aos profissionais e às organizações a melhor experiência com o acesso à informação jurídica.

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