ESG é um conjunto de critérios (Ambiental, Social e Governança) que mede como empresas gerenciam impacto no meio ambiente, tratam a sociedade e praticam transparência e ética na gestão, indo além do lucro e orientando desempenho sustentável de longo prazo. Siga conosco e você vai entender tudo isso agora.
Para início de conversa é preciso compreender que ESG não é uma moda passageira. Ela veio para ficar e está transformando todas as relações no mundo corporativo.
Resumo:
- Definição do que é ESG e seus três pilares: Ambiental, Social e Governança.
- Importância do ESG para medir sustentabilidade, responsabilidade e transparência na gestão empresarial.
- Impactos do ESG na estratégia de negócios e nas expectativas de mercado e investidores.
- Relação entre ESG e desempenho de longo prazo das empresas.
Fatos rápidos:
- Estudos projetam que investimentos com critérios ESG podem alcançar US$ 53 trilhões em ativos sob gestão global, indicando forte crescimento no mercado financeiro.
- Relatórios mostram que 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa considerarão critérios ESG, representando adoção ampla desses critérios na gestão de investimentos.
- Dados recentes indicam que 88% dos investidores institucionais aumentaram o uso de informações ESG na avaliação de empresas, destacando a prioridade desses fatores na tomada de decisão.
O que é ESG: critérios Ambiental, Social e Governança
ESG é um conjunto de critérios (Ambiental, Social e Governança) que avalia como empresas gerenciam impactos no meio ambiente, promovem responsabilidade social e praticam transparência na gestão. Não é igual aos ODS, que são metas globais da ONU; o ESG é como a empresa mede e entrega desempenho nessas frentes.
Este modelo de avaliação não apenas enfatiza a importância da sustentabilidade e da responsabilidade social, mas também aborda a transparência e a ética na gestão organizacional.
Pilar Ambiental e seu impacto no meio ambiente
No aspecto ambiental, o ESG incentiva as organizações a adotarem práticas que minimizem seu impacto negativo no meio ambiente. Isso envolve desde a gestão eficiente dos recursos naturais, como água e energia, até o comprometimento com a redução da emissão de poluentes e a adoção de processos mais sustentáveis.
A preocupação com o meio ambiente não se restringe apenas à preservação da natureza, mas também ao reconhecimento da urgência em combater as mudanças climáticas, incentivando uma postura pró-ativa das empresas na busca por soluções inovadoras e sustentáveis.
Pilar Social e responsabilidade com a sociedade
O pilar social do ESG destaca a importância das relações da empresa com seus colaboradores, clientes e a sociedade em geral. Promove a igualdade, a inclusão, o respeito aos direitos humanos e as condições de trabalho dignas. Além disso, valoriza iniciativas que contribuam para o desenvolvimento social e o bem-estar da comunidade, como o apoio a projetos educacionais, de saúde e de inclusão social.
Empresas que se destacam nesse aspecto demonstram não apenas uma preocupação com o interior de suas operações, mas também com o impacto que podem gerar na sociedade.
Pilar Governança: transparência e gestão responsável
Por fim, a governança corporativa é um componente chave do ESG, enfatizando a importância da transparência, ética e integridade nos processos decisórios da empresa. Uma boa governança envolve a adoção de práticas que assegurem a responsabilidade e a prestação de contas por parte dos gestores, a existência de políticas claras de combate à corrupção, lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas, e o compromisso com uma gestão transparente e voltada para o desenvolvimento sustentável do negócio.
A implementação eficaz dos princípios de ESG não só contribui para a construção de uma sociedade mais justa e um ambiente mais saudável, mas também oferece às empresas a possibilidade de inovar, ganhar competitividade no mercado e atender às crescentes demandas por uma postura empresarial responsável e sustentável.
Além de refletir positivamente na imagem da organização, a adoção desses critérios favorece a atração e retenção de talentos, clientes e investidores, que cada vez mais valorizam empresas comprometidas com práticas empresariais éticas e sustentáveis.

Segundo o Walter Cerqueira Sócio-fundador e CEO da Rocha Cerqueira Sociedade de Advogados,
O grande avanço trazido pelo movimento ESG é o alinhamento dos principais players globais de investimento aos princípios da sustentabilidade. Os efeitos concretos que já eram sentidos desde a criação de “travas” para liberação de linhas de crédito a empreendimentos potencialmente poluidores irregulares foram fortemente intensificados pela percepção de que negócios com boa gestão de fatores socioambientais tendem a apresentar performance superior ao longo dos anos, especialmente na sociedade contemporânea marcada pelo crescimento exponencial da complexidade e da velocidade.
Podemos, então, partir para entender melhor porque os indicadores ESG estão impactando a relação das empresas com o mercado. Mas antes, vamos trazer mais uma sigla muito difundida e, certamente, muito importante para ampliarmos nosso entendimento: ODS.
| Pilar do ESG | Foco principal | Exemplos de práticas | Objetivo |
|---|---|---|---|
| Ambiental | Meio ambiente | Gestão de recursos, redução de emissões | Minimizar impactos ambientais |
| Social | Sociedade | Direitos humanos, diversidade, condições de trabalho | Melhorar relações e bem-estar social |
| Governança | Transparência e gestão | Ética, controles internos, prestação de contas | Fortalecer gestão responsável |
ESG é o mesmo que ODSs?
É muito comum haver confusão entre o significado dessas duas siglas. De fato, são assuntos interconectados.
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável representam um plano audacioso para aumentar a paz e a prosperidade, erradicar a pobreza e proteger o planeta. Eles são reconhecidos globalmente como cruciais para a sustentabilidade futura do nosso mundo.
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são um conjunto de 17 metas globais, estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Eles estão na Resolução 70/1 da Assembleia Geral das Nações Unidas: “Transformando o nosso mundo: a Agenda 2030”.
Os objetivos são abrangentes e correlacionados, contudo cada um deles possui uma lista separada de metas a serem alcançadas. Atingir todos os 169 propósitos significa realizar de todos os 17 objetivos que abrangem questões de desenvolvimento social e econômico, incluindo:
- Pobreza,
- fome,
- saúde,
- educação,
- aquecimento global,
- igualdade de gênero,
- água,
- saneamento,
- energia,
- urbanização,
- meio ambiente,
- justiça social.
Segundo o Climate Change and Sustainability Services, da Ernest Young, os critérios ESG estão totalmente relacionados aos ODS e ambos estão na pauta das reais discussões no mercado de capitais. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável aglutinam os grandes desafios e as fragilidades da sociedade. Dessa maneira, os ODSs apontam os principais indicadores que devem ser constantemente monitorados, sinalizando, inclusive, grandes oportunidades de atuação e investimento.
A ilustração abaixo traz todas os Objetivos:

Interessante também destacar que a International Organization for Standardization – ISO (Organização Internacional de Normalização) indica a relação estreita que há entre as Certificações ISO e os ODSs.
Como o ESG está impactando as empresas?
Não há como dissociar o cenário atual das projeções futuras que já estão postas para todos nós. Um cenário bastante difícil e que, praticamente, obriga a abraçar uma visão mais abrangente que nos leve a um movimento virtuoso de preservação.
Os dados sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas; as desigualdades econômicas com marcas contundentes de miséria e todos os seus desdobramentos são indicadores potentes que compõem o que vivemos hoje e norteiam o quanto é preciso avançar para se garantir a vida no planeta.
Mais do que nunca, fica mais fácil compreender que não se trata apenas da vida dos animais e das plantas ou das pessoas que estão longe de nós. Estamos falando da vida de todos, eu, você, as pessoas que estão no chão de fábrica, políticos e líderes mundiais, os CEOs de grandes corporações e também as 10, 100 ou 1000 pessoas listadas como as mais ricas do mundo.
E para trazer esse cenário ainda mais para perto de todos nós, não estamos falando de vida na terra para daqui a milhares de anos. O cronômetro está contra a espera. Ele indica que é preciso agir agora.
Nesse sentido, todas essas questões fizeram com que o mercado entendesse que não se trata mais de se tratar meio ambiente como externalidades negativas. É preciso que as empresas internalizem e assumam responsabilidades que antes não eram consideradas suas. E isso acontecerá, ou já está acontecendo, por imposições da legislação, por pressão dos clientes e da sociedade.
ESG e a Pressão do Mercado
Essa pressão agora ganha ainda mais força do mercado de investidor. A título de exemplo, vamos acompanhar algumas informações divulgadas em portais de notícias especializados em investimentos:
- Segundo relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG, o que representa US$ 8,9 trilhões, em relação a 15,1% no fim do ano passado. Além disso, 77% dos investidores institucionais pesquisados pela PwC disseram que planejam parar de comprar produtos não ESG nos próximos dois anos.
- No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020, mais da metade da captação veio de fundos criados nos últimos 12 meses. Esse levantamento foi feito pela Morningstar e pela Capital Reset.
- O Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão superior do Sistema Financeiro Nacional e que tem a responsabilidade de formular a política da moeda e do crédito, aprovou a Resolução CMN № 4.945, de 15 de setembro de 2021 que dispõe sobre a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) e sobre as ações com vistas à sua efetividade.
- A Ambima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – listou 22 fundos de ações e de renda fixa se identificaram como sustentáveis. Entre esses 22, 17 têm a sustentabilidade como propósito e ganharam o sufixo IS, de Investimento Sustentável. Além disso, 45 fundos ainda estão em análise e destes, 31 deram entrada também para adotar o sufixo IS.
Impactos positivos
É, portanto, visível como as empresas estão sendo estimuladas para adotar os critérios ESG em suas estratégias e práticas. As empresas que estão incorporando os princípios ESG, já percebem os ganhos. Ou seja, os impactos positivos são inúmeros e geram benefícios concretos para os negócios, tais como:
- Aprimoramento da atuação financeira.
- Redução de custos e desperdícios.
- Fortalecimento da cultura da conformidade legal
- Maior lealdade do consumidor.
- Redução de riscos.
- Maior segurança do investidor.
- Fortalecimento da imagem empresa.
- Certificação da transparência.
Tudo isso ainda traz para a empresa um número crescente de profissionais que se identificam com os valores e o modo de atuação das empresas, gerando aumento da retenção e da satisfação de talentos.
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Por que é importante trazer o ESG para a agenda estratégica das empresas?
Se você está conosco nessa conversa, já entendeu como inserir os critérios ESG na estratégia das empresas tornou-se medida vital para a perenidade dos negócios. Vamos prosseguir, elencando aqui três motivos fortes para adoção desses critérios na atividade empresarial.
Primeiramente, trazemos o que é chamado de princípio da precaução. Trata-se de um raciocínio elementar e fundamental: se já está posto que se nada for feito de forma estruturada e veemente, as mudanças climáticas dizimarão a formas de vida no planeta, que mundo sobrará para negócios quando a situação for irreversível? A resposta a essa questão indica que implantar os princípios ESG nas atividades empresariais é agir com precaução e contribuir para garantir a sobrevivência das empresas a longo prazo.
Um segundo e forte motivo está relacionado à antifragilidade. As empresas que capacitam para resistir a crises sabem que a solução está em se adaptar para enfrentar todos os efeitos do que está por vir. Assim, aderir às práticas ESG é adotar uma atitude de protagonismo e não se resignar a ficar aguardando a crise chegar ver como agir. E esse posicionamento certamente exige que as empresas planejem, estruturem-se e, se ainda não o fazem, incorporem, com urgência esses critérios à sua agenda estratégica.
Elevação do grau de atratividade
Atração de investimentos e de consumidores é mais um motivo considerável para a adoção dos critérios ESG.
Já vimos como os critérios de sustentabilidade ganharam musculatura. Documentos internacionais, como o Manifesto de Davos, em 2019 indicam que as empresas precisam ter sólido compromisso com os anseios de todos os seus colaboradores, clientes, fornecedores, comunidades locais e também com a sociedade em geral.
E o mercado sabe que, cada vez mais, os consumidores estão exigentes e atentos aos compromissos relacionados à sustentabilidade. Isso reforça a busca dos investidores por negócios que estejam alinhados ao ESG.
Dessa maneira, vemos aumento significativo da busca por investimentos responsáveis e sustentáveis estimulando que o setor empresarial atenda a tais requisitos para poder manter seu grau de competitividade.
Soma-se a esse quadro, o crescente interesse dos consumidores por comportamentos, práticas, produtos e marcas que demonstram seu compromisso com as questões ambientais, sociais e de governança.
Além disso, dados indicam que a propensão é que esse interesse continue crescendo e se amadureça como critério fundamental dos consumidores uma vez que a geração atual está mais antenada e preocupada com os impactos da atividade empresarial e das responsabilidades deste setor. Recente Guia ESG da RepTrak Company, empresa líder mundial em dados e insights de reputação, reforça que adoção do ESG
Não é mais só para hippies…
Atitudes que podem ajudar sua empresa a seguir no caminho certo
ESG é uma jornada, não um destino. E saber onde você está atualmente é crucial para a melhoria.
Por isso, trazemos aqui alguns passos elencadas no Guia da RepTrak e que ajudarão gestores e líderes a seguirem um caminho para uma agenda positiva.
Passo 1
Vamos lá, comece, dê o primeiro passo: Quando se trata de ESG, as empresas precisam ser proativas e não reativas, alerta Qayyum Rajan, fundador e CEO da ESG Analytics. “Você não quer estar em uma posição de recuperação ou respondendo a controvérsias. Você precisa assumir o controle de sua ação e narrativa e liderar pelo exemplo para ser o melhor da categoria.” Por isso, parta deste artigo como um convidativo ponto de partida, amplie sua pesquisa. O ESG continua evoluindo em escala global e, por isso, manter-se atualizado de forma consistente é importante.
Passo 2
Reúna suas métricas, organize dados internos e externos para determinar onde está seu ESG e para onde você quer que ele vá. Realizar auditorias regulares e contínuas para determinar se as práticas adotadas são justas e aderentes aos critérios ESG. Você já pode contar com plataformas completas que ajudam a empresa na abordagem prática e robusta para qualificar práticas de ESG nas organizações por meio da gestão da análise da conformidade legal em consonância com os ODSs. Naturalmente, recomendamos a plataforma Qualifica NG para obter uma compreensão mais precisa do seu status ESG atual.
Passo 3
Mapeie os pontos fortes e fracos de ESG em sua organização. Trata-se também de um passo elementar, mas é assim que se começa. Confronte percepções pouco elogiosas com honestidade e empatia. Volte o olhar para dentro da empresa e busque superar as não conformidades de modo a atender às expectativas com ações que se alinham ao seu negócio.
ESG não é um tipo de iniciativa do tipo escreva e guarde na gaveta. É preciso acompanhar e nutrir com consistência e estratégia as ações definidas para avaliar se a empresa está fazendo bem o que deve ser feito. E vale reforçar que fornecer uma experiência consistente nem sempre significa fazer mais do mesmo. É fundamental incorporar a melhoria contínua aos objetivos de desenvolvimento e perenidade da empresa.
Passo 4
Integre todos as partes interessadas. ESG é uma responsabilidade compartilhada. Dessa forma, exige que todos participem. “ESG não é uma questão de marketing ou branding, é uma questão de toda a empresa”, aconselha David Curran.
“Mais a sério, é uma questão legal. O risco ESG pode ser gerenciado e mitigado com aconselhamento e atenção adequados, mas é imperativo agir. Ser proativo em relação a essas questões ajudará a criar confiança com todo o espectro de partes interessadas, de clientes a investidores e funcionários. ESG não é apenas uma vantagem, será o que impulsiona o seu negócio. Com a ação e a atenção corretas, os problemas de ESG devidamente mitigados podem não apenas afastar sua organização do risco, mas também abrir você para oportunidades.”
Passo 5
Desenvolva planos de ação específicos para a agenda ESG. Ao fazer isso, inclua ações de comunicação e não as restrinja a apenas a observações em letras miúdas nos relatórios anuais. É muito importante comunicar esforços, realizações e déficits a seus stakeholders de modo construir e fortalecer relacionamento de confiança e reciprocidade entre as partes interessadas. Demonstrar responsabilidade tanto por meio dos êxitos como pelas carências mostra seu compromisso contínuo com ESG.
Passo 6
Não seduza ou se deixe seduzir pela prática do greenwashing. Firmar compromissos ESG é algo que pode impressionar, mas isso não pode ser apenas “da boca para fora”. Práticas internas éticas, fazer o que se fala é o que será medido, avaliado e considerado pelo mercado, pelos stakeholders e pelos consumidores. Por isso, atue para garantir transparência às práticas de governança interna e implemente planos de ação verdadeiros que produzirão resultados.
Passo 7
Esforce-se permanentemente. ESG não é uma atividade com princípio, meio e fim. Trata-se de um processo contínuo. Por essa razão, sempre esteja atento a tudo que interfira em seus propósitos ESG, ouça seu público, comunique seu progresso e monitore os resultados.
Continue sua caminhada, munindo-se de dados e análises honestos, comunique-se amplamente em todas as instâncias necessárias. Afinal de contas, fazer e dizer a coisa certa é um bom negócio. E claro, siga estudando, aprendendo, informando-se.
Por último, então, compartilhamos também sugestões de 10 temas ESG que são um convite tentador para a permanente aprendizagem:
- Cultura da Conformidade Legal
- Agenda 2030 e os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável
- Impacto ambiental
- Emissões de carbono, redução de plástico, práticas verdes, etc.
- Remuneração, benefícios e condições de trabalho justos Incluindo contratados independentes
- Diversidade e representação de liderança
- Apoio e representação LGBTQIA+
- Tratamento justo com base no gênero
- Combate ao racismo
- Transparência e responsabilidade corporativa
Perguntas Frequentes (FAQ)
O que ESG significa?
ESG significa Environmental, Social and Governance, que em português representa critérios Ambiental, Social e Governança para avaliar práticas empresariais sustentáveis.
Quais são os 3 pilares de ESG?
Os três pilares de ESG são Ambiental, Social e Governança, cada um focado em meio ambiente, sociedade e práticas de gestão transparente.
O que um profissional de ESG faz?
Um profissional de ESG analisa e implementa práticas que reduzem impactos ambientais, fortalecem responsabilidade social e aprimoram governança corporativa.
Quais são os princípios ESG?
Os princípios ESG incluem sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e gestão ética com transparência e prestação de contas.
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